Hiperbetacarotenemia

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A Hiperbetacarotenemia é uma doença rara, que faz com que a digestão do betacaroteno não aconteça, sendo assim, a substância levada para o corpo todo, deixando o corpo alaranjado e com outros sintomas. Saiba mais sobre essa doença.

Existem muitas doenças raras, pouco conhecidas pela população e, que muitas vezes acaba chamando a atenção da medicina, pelo difícil diagnóstico e identificação da doença, é o caso da Hiperbetacarotenemia.

A Hiperbetacarotenemia é uma doença rara, que faz com que a digestão do betacaroteno não aconteça, sendo assim, a substância levada para o corpo todo. Após o alimento ser ingerido pelo corpo, o betacaroteno presente nele é convertido em vitamina A, por isso, muitas pessoas que sofrem com essa doença rara, possuem déficit de tal vitamina.

A Hiperbetacarotenemia se caracteriza pela substancia betacaroteno, presente em alimentos como a cenoura. (

Sintomas da Hiperbetacarotenemia

  • Mudança na coloração da pele
  • Problemas de visão
  • Problemas de olfato
  • Problemas de paladar

Ressaltando que todos os problemas ocasionados referente aos sentidos, como visão, olfato e paladar, são decorrentes do déficit de vitamina A, causado pela falta da substância betacaroteno.

Tratamento da Hiperbetacarotenemia

O tratamento da Hiperbetacarotenemia normalmente é feito com ingestão de vitamina A, visando compensar a falta dessa vitamina causada pela ausência da substância betacaroteno. Além disso, é preciso viver com uma alimentação regrada, evitando a ingestão dessa substância, portanto, a ingestão de vegetais, em sua grande maioria é evitada.

Caso de Hiperbetacarotenemia

Um garoto britânico chamado Leo Barnett ficou conhecido atualmente por mudar de cor e ficar com a pele laranja se comer alimentos com betacaroteno, como a cenoura. Foi diagnosticado recentemente a presença da Hiperbetacarotenemia na criança. Para evitar que seu filho ficasse laranja, a mãe Angie, corta todos os alimentos que contanham caroteno. “Tudo que é bom para você, ele não pode comer. O único legume ou verdura que ele pode comer é couve-flor”, relata a mãe.

A condição, que é considerada bem rara, foi descoberta quando Leo tinha apenas seis meses. Os médicos não tinham visto nada igual e demoraram um bom tempo para diagnosticar o problema, que inicialmente, parecia problemas nos rins e fígado, mas mesmo após 1 mês de ter ingerido a substância, Leo ainda estava laranja.

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